Os médicos disseram que ela teria um monstro, mas se recusou a fazer aborto e agora mostrou o filho

Por José Ferreira a 5 de janeiro 2017 Historias com valor

Na Rússia, médicos aconselharam um casal a abandonar o seu segundo filho logo após o nascimento.

Lhes deram como justificativa o fato da criança ter Trissomia 21.

O diagnóstico da doença foi feito durante a gravidez e os médicos aconselharam abortar.

Perante a recusa da futura mãe, a equipe médica tentou convencê-la de que só lhe restaria abandonar o bebé, já que sua vida iria se transformar “num inferno”.

Veronika e Evgeny Semchenko, indignados com a proposta, voltaram para casa já com o recém-nascido nos braços e, um ano depois, decidiram denunciar tudo o que aconteceu numa carta aberta assinada pela mãe do menino.

“Houve tantos momentos maravilhosos desde que o nosso filho nasceu que não impossível de contar. Nesse tempo, percebemos que nosso filho tinha sim o direito de viver. Muita gente nos pergunta por quê, se nós tivemos o diagnóstico durante a gravidez. Sim, tivemos. Na 21.ª semana de gestação nos informaram de uma maneira muito desagradável. Mesmo assim, nada nos fez mudar de ideia, porque, se nosso filho queria viver, ele iria viver. Nos disseram que eu e meu marido tínhamos enlouquecido porque iríamos gerar um “monstro”. Também nos recusamos a abandonar nosso filho, depois que ele nasceu, como nos aconselharam”, escreveu Veronika, orgulhosa por não ter abandonado o seu filho com Síndrome de Down. prática que é bastante comum na Rússia.

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